A Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) informou nesta segunda-feira (10) o desligamento de uma estudante do curso de Engenharia Agrícola e Ambiental após um procedimento administrativo instaurado para apurar comentários considerados capacitistas contra uma colega com deficiência.
O caso ocorreu em março, quando a estudante publicou um vídeo no Instagram e fez comentários depreciativos sobre a traqueostomia da colega, comparando o som emitido durante a fala ao de uma “panela de pressão”. A gravação repercutiu nas redes sociais e provocou manifestações de repúdio.
Segundo a UFR, a apuração seguiu as normas institucionais, com garantia do devido processo legal, contraditório e ampla defesa. Ao final, foi aplicada a penalidade administrativa de desligamento da estudante.
Em nota, a universidade reafirmou o compromisso com os direitos humanos, a inclusão, a acessibilidade e a diversidade. A instituição destacou que não há espaço para preconceito, discriminação, violência ou capacitismo no ambiente acadêmico.
Nova legislação estabelece regras para músicas, peças teatrais, filmes e atividades culturais, veta encenações de natureza sexual com crianças e adolescentes.
Segundo levantamento do instituto Percent, o candidato aparece com 1,1% das intenções de voto na pesquisa espontânea.
Estande ofereceu degustação de açúcar, pipoca doce e algodão-doce, com atrações para toda a família durante os três dias de evento.
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